A mesinha-criado mudo tem “cara” de porquinho e um buraco em cima, aquele típico de cofre. O banquinho vem com o assento em forma de palheta de tocar guitarra. A cadeira verde e transparente é um dinossauro, com rabo e tudo! É esse o astral dos móveis, objetos e acessórios de decoração cheios de estilo da Apê Kids, a linha infantil da Apê Design Store, que acaba de chegar ao mercado pelo e-commerce da marca.

_ A gente aposta no produto com design mais acessível, entendendo também que muita gente mora em apartamento pequeno. Então são peças compactas, que foram pensadas ainda com a preocupação do custo do frete, porque às vezes você compra algo pela internet que o frete é quase o valor do produto _ explica Rodrigo Westin, diretor criativo da Apê. _ Sobre o estilo, quisemos associar os produtos a hábitos familiares que achamos interessantes… O banco Palheta, por exemplo, pode estimular a música; a luminária Quadrinhos vem com ilustrações diferentes que podem ser trocadas, remetendo àquele momento de contar história para os filhos.

Tem mais: O gavetão Apêzinho para guardar brinquedos cabe embaixo da cama e, repare nas fotos, tem divisórias que transformam os compartimentos em cômodos (como uma planta baixa), ou seja, para brincar de casinha. Já o cavalete Arte vem desmontado em quatro peças, cada uma na forma de uma letra para chegar à palavra “arte” – um convite para soltar a imaginação em uma tela. O cabideiro é um grande botão – maior efeito encher uma parede com eles, em cores diferentes! E o desenho do banco Outline Kids permite encaixar livros e revistas em seus pés. Versátil, vira mesinha também, depende do uso que cada um quiser.

A madeira escolhida foi o pínus, deixando o acabamento que a marca adora, o preço mais acessível e uma carinha leve e moderna.

Por trás da Apê, além de Rodrigo Westin, estão Daniel Foman, Bruno Hanna e Valéria Hanna – uma turma que faz parte de um movimento coletivo de economia criativa. A marca funciona como uma espécie de incubadora de projetos de produtos.

_ Acreditamos no modelo de negócio que possibilita a gente trabalhar com vários designers diferentes. Com licenciamento de royalties, a gente não tem um custo fixo de funcionários e os designers recebem participação de vendas. Quanto mais sucesso o desenho fizer, mais eles ganham _ conta Rodrigo.

 

(Na produção das fotos: estampas e ilustrações da Fulô Estúdio)

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